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Tratamento dos distrbios do metabolismo do potssio no rn

TRATAMENTO DOS DISTÚRBIOS DO METABOLISMO DO POTÁSSIO NO RN
Hipopotassemia
De modo geral, a reposição de K+ deve ser lenta, mas se houver necessidade de correção rápida é recomendada a monitorização ECG contínua. Utiliza-se a solução de Cloreto de Potássio que também corrigirá a hipocloremia, uma vez que esta é freqüente e agrava a perda de potássio. Terapêutica da Hipopotassemia
Solução de KCl 19,1%, administrado VO ou IV , de acordo com a concentração plasmática de K+ e as alterações ECG. A correção IV pode ser feita através de infusão mais rápida, em torno de 6 horas, devendo-se usar a concentração de 20 a 40 mEq de K / L e dose de 0,3 a 0,5 mEq/kg/hora com monitorização ECG. Também pode-se corrigir a hipopotassemia não grave por aumento da oferta IV, na dose de 2,5 a 3 mEq/kg/dia além da manutenção, com controle dos níveis plasmáticos de potássio. Quanto a reposição VO, pode-se associar o KCl 19,1% ao leite na dose de 2,5 a 3 mEq/Kg/dia. Solução de KCl a 6%, VO, pode ser usado na reposição do potássio quando da hipopotassemia leve ou na sua prevenção em Rn com uso crônico de diurético e digital. A dose de 3 mEq / Kg/dia, de 6/6 horas, geralmente é adequada para o início da reposição. Hiperpotassemia
Considera-se no RN como hiperpotassemia a concentração plasmática de K maior do que 6,5 mEq/L. O tratamento depende da causa básica, gravidade, concentração plasmática e das alterações ECG encontradas. Terapêutica da Hiperpotassemia :
Hiperpotassemia leve/moderada sem alterações ECG: a terapêutica inicial é Hiperpotassemia moderada ou grave com alterações ECG: está indicada a terapêutica imediata de diminuição do K+ que pode ser feito através do uso de: Gluconato de Cálcio 10%, IV, na dose de 1-2 ml/kg em 5 a 10 minutos. Observa-se melhora imediata em 5 a 10 minutos, mas esta é transitória com duração da ação entre 30 minutos e 4 horas. Pode-se repetir a infusão em 5 a 10 minutos após. Mecanismo de ação : restaura a excitabilidade da membrana celular. Bicarbonato de Sódio 3%, IV, na dose de 1 a 3 mEq/Kg em torno de 10 minutos. O efeito é transitório com duração entre 2 e 4 horas. Mecanismo de ação : corrige a acidose e promove a entrada de K na célula. Insulina simples IV, na dose de 0,2U para cada g de glicose + 0,5 g/kg de glicose 5 –10%, com infusão superior a 2 horas. O início da ação é imediato, com duração entre 30 minutos e 4 horas. O efeito é transitório com diminuição de 1 a 3 mEq/L de K+ em 30 minutos. Mecanismo de ação: aumenta a captação intracelular de K. Uso de salbutamol IV, dose de 4 μg/kg , tempo maior do que 20 minutos ou via inalatória. O efeito é transitório com diminuição do K+ plasmático de 0,7 a 1,8, após 1 a 2 horas. Mecanismo de ação : transferência do K+ do EC para o IC. A remoção de K+ pode ser obtida por: Poliestirenossulfonato de Cálcio ( Sorcal ) ou Poliestirenosssulfonato de Sódio ( Kayexalate ) – suspensão de 15g / 60 ml – na dose de 1g/Kg ou 4ml/Kg da solução de 6/6 horas – VO ou via retal ( RN termo). Início da ação em 1 a 2 horas e duração de 4 a 6 horas. A eficácia é baixa no RN e leva às alterações como hipercalcemia, calcificação do trato digestivo, obstrução intestinal quando do uso do Sorcal e à retenção de sódio, sobrecarga de volume e efeito hiperosmolar no uso do Kayexalate. uso de diurético de alça ( Furosemida ) se a função renal estiver normal, na dose de 2 a 4 mg/Kg/dia, de 6/6 horas ou se necessário sob infusão contínua. O mecanismo de ação é o aumento do fluxo urinário com aumento da secreção de K Diálise Peritoneal : em situações de urgência ou quando as outras medidas não forem eficazes. Ocorre remoção rápida do K por mecanismo de difusão (gradiente de concentração) e por convecção ( associado ao transporte de água ou ultrafiltração ).

Source: http://www.saoluiz.com.br/files/protocolos/ITA01300.PM.103-UTIN-HIPER%20E%20HIPOTASSEMIA.pdf

Low dose naltrexone therapy in multiple sclerosis

Low dose naltrexone therapy in multiple sclerosis Y.P. Agrawal Department of Pathology, The University of Iowa, Iowa City, USA (YP Agrawal, MD PhD) Correspondence to: Yash Pal Agrawal, MD PhD, Department of Pathology, University of Iowa Roy J. and Lucille A. Carver College of Medicine, Iowa City 52242, USA. (e-m, FAX: 319-339-7148) Abstract The use of low doses of naltrexone

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TRIGEMINAL NEURALGIA Dr R L Melvill. FCS SA (Neurosurgery) Trigeminal Neuralgia occurs as an intense lancinating pain which shoots into the face. The pain may occur in a fairly small area of the face or it may spread rapidly over a fairly wide area, but is always confined to the face. (That is, to the distribution of the Trigeminal nerve.) Pain which spreads across the mid-line, over

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