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“Doutor, minha pressão está normal? Quero fazer exame de colesterol para ver se estou bem. Neste ano devo fazer outra mamografia? É normal alguém ser assim?” Essas frases são muito comuns nos dias de hoje em qualquer consultório médico. Por trás delas escondem-se séculos de debates entre duas linhas muito diferentes da medicina. Esses debates são, como se verá, atualíssimos e fundamentais para as pessoas que buscam atenção para seu estado de saúde e para os que trabalham com saúde pública. Os primeiros e os segundos, ao optarem por uma ou outra linha determinam o paradigma da terapêutica à qual se submeterão ou que colocarão à disposição dos usuários do SUS; mesmo que não o façam de forma consciente. Os Primórdios Hipócrates, um grego de Cós, é considerado o "pai" da medicina ocidental. Ele viveu há cerca de 2500 anos e seu busto está presente em quase todas as faculdades ocidentais de medicina. Apesar disso, Hipócrates é um ser exótico para os médicos atuais. Pouco ou nada se lê ou estuda sobre ele nessas mesmas faculdades. Se muito, lança-se sobre ele um olhar incréu e até zombeteiro, quando se fala dos humores hipocráticos. Hipócrates via a saúde como resultado da harmonia dos quatro humores presentes no organismo e dava muita importância à natureza, chamada Physis, na sua capacidade de recompor a saúde do enfermo e ensinava seus discípulos a secundarem-na quando diante de um paciente. Em outras palavras, reconhecia que a Physis opera segundo uma racionalidade e que essa racionalidade não é manipulável, medível ou classificável. Na prática, isso se refletia num uso parco de medicamentos, num desprezo pela classificação das doenças e no estímulo a hábitos como atividades físicas, dieta saudável e higiene. Sua visão integradora permeia todo o corpus hippocraticum, o conjunto de seus ensinamentos, onde orientava a se relevar todos os aspectos da vida de uma pessoa para se avaliar seu estado de saúde. O tratamento era individualizado e com o escopo posto na pessoa. Galeno também era grego, mas representava a escola de Cnido. Ele apareceu cerca de setecentos anos depois de Hipócrates e exerceu provavelmente a maior influência na formulação paradigmática da linha médica que se opõe às idéias hipocráticas. A escola cnídia era contemporânea de Hipócrates e a ele se opunha dialeticamente. Galeno foi o grande comentarista dessa escola. Sua doutrina pregava a classificação das doenças e a interpretação das doenças segundo os órgãos afetados. A conseqüência dessa visão é um tratamento genérico, dedicado à doença e não ao doente. Ao contrário dos hipocráticos, grandes empíricos, os cnídios eram teóricos. Galeno influenciou e legou para nossos tempos o paradigma e a epistemologia adotados nas escolas médicas. O Meio Tempo Na Idade Média, as idéias galênicas foram absolutas e sua defesa era dogmática. Quase mil e quinhentos anos se passaram, até que ressurgissem as idéias cóicas. O responsável por esse ressurgimento foi Paracelso, um médico e alquimista nascido em Zurique. Ele abalou as estruturas acadêmicas de sua época, questionando sua validade. Paracelso retomou a idéia da necessidade dos experimentos práticos e da ênfase colocada na pessoa, sob um ponto de vista global e não parcial e fragmentário. O alemão Samuel Hahnemann foi, no século XVIII, o herdeiro natural de Hipócrates. Estudioso contumaz desde sua meninice, Hahnemann retomou as tradições gregas de Cós, inclusive a observação de uma lei natural aplicável no tratamento de doentes, segundo a qual semelhante cura semelhante. Ele inovou, como grande observador que era, ao propor uma medicina baseada em uma terapêutica racional, segundo a lei dos semelhantes, cujo primaz objetivo era curar. A essa medicina deu o nome de homeopatia e à medicina da tradição galênica, tratadora de sintomas e paliativa, o epíteto de alopatia ou antipatia (trata pelo contrário). Hahnemann reinaugurou um debate que segue vivíssimo nos dias atuais. Homeopatia e alopatia são a forma atualizada da dialética entre Cós e Cnido. Desde o começo do século XIX, as duas escolas vêm disputando espaço. Nos Estados Unidos, cerca de trinta por cento dos médicos já chegaram a ser homeopatas; no Brasil, as extintas faculdades de homeopatia já tiveram mais matriculados que as escolas alopáticas. Após Pasteur, a alopatia teve triunfos políticos e farto material de propaganda. A medicina pasteurizada parecia ter chegado ao fim dos tempos, preconizando um agente para cada doença, ao qual se oporia um potente medicamento existente ou a ser descoberto, capaz de matar o bicho causador da moléstia. Esse modelo entra em crise nos anos sessenta e setenta, ao se mostrar insustentável. A partir de então, a homeopatia voltou a crescer e tem sido incorporada pelos meios oficiais. Em 1979, foi acolhido no rol de especialidades médicas (uma contradição, pois a homeopatia não trata nenhum órgão e nem nenhuma idade em especial, como o faz a alopatia com suas especialidades. A homeopatia é outra medicina. Aliás, é mais que isso.). O Hoje O que tudo isso tem a ver com as perguntas dos pacientes acima? Tudo. Ao se oporem entre si "como o dia e a noite", ao divergirem em suas epistemologias, homeopatia e alopatia vêem o mundo de forma diferente, vêem os fenômenos de forma diferente. Conseqüentemente, conceitos fundamentais para a medicina, como saúde, doença, normalidade, terapêutica não se tocam entre as duas. Você, com toda chance, conhece um alopata. Pergunte a ele o que é saúde. É muito provável que ele olhe para você com ares de circunstância e dê uma resposta cheia de voltas. A saúde para a alopatia é um conceito complexo, cheio de "multidisciplinariedades", de frases e de vírgulas. Pergunte depois o que é doença. Olhe nos olhos do alopata. É também provável que certo alívio transpareça em sua feição. Um alopata passa quase o tempo todo da faculdade estudando doenças. Ele é um especialista nelas. Como as doenças são inventadas e entram e saem de moda como uma tendência das passarelas, o alopata pode passar toda a sua vida estudando doenças e nunca chega a nenhum lugar. Pausa. Como assim, as doenças são inventadas? Assim mesmo: inventadas. Veja um exemplo: a síndrome nefrótica. Ela é definida por edema (inchaço), proteinúria massiva (perda de proteínas pela urina) e hipoalbuminemia (pouca albumina no sangue). Mas o que é proteinúria massiva? É a perda de mais de 3,5g de proteína por dia pela urina. Veja bem: 3,5 e não 3,4 ou 3,6g. Um exemplo mais comum: pressão alta. Hoje todos sabem que a pressão normal é 12 por 8 (ou 120 por 80 mmHg para ser mais exato). Mas nem sempre foi assim e assim não será sempre. A sétima edição do Manual Merck, um respeitado compêndio de medicina, lido e adotado em todo o mundo, dizia em 1940 que um sujeito tem pressão alta quando a pressão sistólica (máxima) ultrapassa 160 mmHg ou quando a diastólica (mínima) está acima de 90 mmHg. Em 1992, em sua décima sexta edição, o alfarrábio alopático havia mudado de opinião. Os infortunados que apresentassem a sistólica superior a 140 já mereciam o selo de hipertensos. Em 1993, foi publicado um artigo de um comitê de especialistas no assunto, dizendo que se uma pessoa tivesse a mínima entre 85 e 89 ou a máxima entre 130 e 139, ele tinha a pressão normal alta (o nome não deixa de ser curioso e um pouco irônico). Atualmente, já se diz que 120 por 80 talvez não seja assim uma pressão tão boa. Neste momento você já deve ter atentado para uma conseqüência dessas mudanças: o câmbio do critério de normalidade tende a incluir mais pessoas no time dos doentes. E isso é um ótimo negócio. A indústria das drogas lícitas é fantástica para quem quer lucrar. Ela anda emparelhada com a indústria bélica e com sua irmã gêmea e bastarda, a indústria das drogas ilícitas. Mais gente doente, mais venda, mais lucro. Outra pausa. Isso não é um exagero? Afinal, há muito investimento em estudos e muitos estudiosos de prestígio envolvidos. Pode parecer um exagero num primeiro momento. Mas vamos aos fatos. A talidomida passou por todas as provas de segurança exigidas na sua época e foi despudoradamente receitada pelos obstetras a fim de paliar os enjôos das grávidas. As conseqüências são nefastas e conhecidas: milhares de pessoas que nasceram sem pernas e braços. Mas agora os testes não são mais modernos e seguros? Só nas aparências. De fato não o são. Veja os exemplos do Vioxx®, do Celebra®, do Flanax® e do Bextra® que aumentaram os casos de problemas vasculares entre os que usavam essas drogas. Agora aparecem as primeiras evidências de casos de cegueira entre os usuários de Viagra®. Os laboratórios já lucraram bilhões e bilhões de dólares com esses produtos. O prejuízo aos usuários dificilmente poderão ser sanados. Mas, para não deixar essas informações com aparência de especulações, a revista Nature, em sua edição de junho de 2005, publicou trabalho realizado com 3247 médicos do National Health Institute dos Estados Unidos (um dos centros de pesquisa mais reverenciados do planeta), através de formulários anônimos, e será de grande valia neste artigo. O resultado pode surpreender os crentes: 2% admitiram inventarem dados; 6% escondem dados que colocam em xeque suas pesquisas anteriores; 8% não protegeram humanos através de regras determinadas em suas experiências; 13% assumem haver usado dados falhos ou usados de forma duvidosa; 25% disseram realizar registros incorretos nas pesquisas. O mais grave: 15,5% declararam ter mudado o projeto, a metodologia ou os resultados como conseqüência de pressões dos grupos de financiamento (laboratórios). No total, um terço dos pesquisadores admitiram algum tipo de fraude em suas pesquisas. Esses são os que admitiram. O que está por trás de tudo isso é a epistemologia alopática, baseada em modas. Moda no sentido vulgar e no conceito estatístico. A moda, como dito, no sentido vulgar, é vulgar mesmo. Alguns diagnósticos entram e saem da passarela, bem como seus tratamentos correspondentes. Outros sofrem maquiagem para continuarem vendáveis. Quem freqüentou os consultórios de ortopedistas nos anos 1990, com grandes chances saiu com receita do moderníssimo Vioxx® e talvez tenha entrado no time dos pacientes com LER (agora o nome mudou para DORT). Hoje, ortopedista bacana diagnostica epicondilite. Se você tem um filho que gosta de correr muito, levantar as saias das meninas, aprontar na escola, falar pelos cotovelos, se distrai com uma borboleta, em lugar de decorar a interessantíssima tabuada (coisas aceitáveis quando Ziraldo escreveu O Menino Maluquinho), corra com ele para o psiquiatra e não perca a chance de contar no trabalho que seu filho tem hiperatividade e déficit de atenção e que o rebento já toma remédio controlado. Ele vai se juntar a vinte por cento (segundo alguns pesquisadores) das crianças ianques e vai poder sentir o barato de se tomar anfetaminas. A normalidade alopática é também uma normalidade estatística. Os estudantes de medicina aprendem nos primeiros anos de curso a reconhecer + ou - 2 desvios padrões como o critério de normalidade. A curva de Gauss é o padrão-ouro da normalidade alopática. Se você está fora, você é um desviado, um anormal, um doente. Sua cura ou tratamento se baseará na busca do retorno à curva. Impressionante? Saiba que esse conceito é extrapolado a vários campos, inclusive no que se refere ao comportamento humano. Sem entrar em conceitos e debates, pode-se dizer que a doutrina psicológica conhecida como behaviorista é a expressão dessas idéias no mundo do estudo do comportamento humano, animando-se a determinar o que é um comportamento normal. Logicamente, aqueles que não se comportarem assim são anormais e passíveis de tratamento; eventualmente à força. Até poucos anos atrás, o homossexualismo enriquecia a gorda lista de doenças classificadas. Imagine se algum dia alguém cisma em dizer que há caracteres mais nobres que outros, imagine se um megalomaníaco começa a espalhar por ai que a raça ariana é superior (ou normal, o que dá no mesmo). Onde poderíamos parar? Talvez esses conceitos pudessem nos levar à guerra e à busca do extermínio dos anormais, dos doentes, dos impuros. À solução final. O que causa mais impressão é o que segue. Um fenômeno grave tem sido estudado há décadas em várias partes do mundo, inclusive Estados Unidos, Israel, Austrália e Argentina. De forma mais ou menos invariável, quando um grupo de médicos entra em greve, o índice de mortalidade da comunidade onde trabalham os práticos cai. Estranho que esses estudos não estejam na imprensa. Imprensa, aliás, que movimenta milhões com publicidade de laboratórios. E se as perguntas forem repetidas a um homeopata? As respostas seriam diferentes e muito mais simples. Talvez você as ache simples demais num primeiro momento. Afinal, para quê estudar tanto para chegar a uma resposta que qualquer um pode ter? Primeiro, às respostas. Saúde para a homeopatia é harmonia. Simples assim. Quando há saúde, isto é, harmonia, não há barulho. Os órgãos funcionam tranqüilamente, nenhum deles chama em especial nossa atenção. A mente é incluída aqui também, como um órgão. Parte e todo se confundem em relações de interdependência. Doença é a desarmonia, o ruído, o que pode levar o organismo a funções irregulares. Doença é percebida pela pessoa como sensação subjetiva de doença. Pode ser notada quando um órgão começa a falar mais alto que os outros, ou quando a mente já não trabalha com tranqüilidade, quando desafina. Como medir a doença na homeopatia? Não se mede. Doença e saúde são vistos como fenômenos dinâmicos, em atualização permanente. São, por isso, fenômenos imateriais (ainda que, frequentemente tenham expressão material). Reina, no estado de saúde do indivíduo, a força vital. Quando a pessoa adoece, é porque, originalmente, esse princípio vital foi afetado através de uma influência dinâmica de um agente morbígeno, hostil à vida; somente a força vital afetada imaterialmente confere ao organismo as sensações adversas, levando-o, assim, a funções irregulares, às quais se dá o nome de doença. A forma de se conhecer a doença é observar seus efeitos, chamados sintomas. Pressão alta pode ser um sintoma, o mesmo vale para a síndrome nefrótica e outros diagnósticos. Chamá-los de sintoma, e não de doença em si, não é só uma questão semântica. A homeopatia cura a doença, e não sintomas. Com a cura da doença, eventualmente, o sintoma tende a desaparecer. Um homem leva pedras por anos e pede ao médico que lhe retire os calos. Os calos poderiam ser retirados, mas, sem eles, as mãos ficam desprotegidas e, ao voltar a carregar pedras, uma infecção ou uma gangrena poderiam aparecer. A homeopatia retira pedras e não calos. Com o tempo, sem as pedras, os calos tendem a involuir. Os calos podem ser pressão alta, úlceras ou tumores, não importam o nome nem a classificação para uma ciência zelosa de seus procedimentos e de seus objetivos que são curar. Como o adoecimento é subjetivo, a cura também o é. Não se busca enquadrar a pessoa em nenhum modelo pré-concebido. Aliás, preconceito não tem vez na homeopatia. O homeopata trata o beija-flor e o urubu, mas não quer transformar o urubu em beija-flor. Quer que o urubu seja melhor em sua urubuzice. Da mesma forma, trata do anjo e do diabo, sem normalidades. Num tratamento típico, o médico faz muitas perguntas, justamente procurando o que há de incomum e peculiar, capaz de individualizar o padecimento. A homeopatia é uma legítima filosofia da natureza, com implicações em todos os aspectos da vida e da ciência. Sua face médica é a mais estudada e divulgada, mas, quando nos aproximamos dela e a ela nos dedicamos, sua grande vocação de logos se desvela. A homeopatia é mesmo simples. É mesmo acessível e compreensível por qualquer um. É fácil e rápida. Os lucros advindos da homeopatia são imateriais, mas muito caros aos que dela se beneficiam. Ela está em franca expansão e o acesso a ela tem aumentado em todo o Brasil. Segundo Mahatma Gandhi: “A Homeopatia é o mais fino método que existe para tratar as pessoas de uma maneira econômica e segundo os princípios da não violência. O governo deve encorajar seu emprego e favorecer o seu desenvolvimento em nosso país.” Você não sabia que Gandhi recomendava a homeopatia? Isso é normal. Ou não. Giovano de Castro Iannotti não é. Giovano de Castro Iannotti é. Giovano de Castro Iannotti é médico homeopata, trabalha no Programa Saúde da Família de Santa Luzia, MG. Pesquisador e docente de homeopatia no Serviço Physis de Homeopatia do Instituto Mineiro de Homeopatia. e-mail: giovano@mail.com

Source: http://www.alegrar.com.br/02/02/osnormais.pdf

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